Há uma semana estive diante do venerável Corpo de São Tarcísio.
Foi uma surpresa, despretensiosamente procurávamos a “cela” onde morou São Tomás de Aquino, e ele estava lá!
Esta criança, mártir dos primeiros séculos da era cristã, é o padroeiro dos que servem ao altar, coroinhas e derivados. Justamente porque conservou a toda prova a Eucaristia que tinha por missão de levar aos encarceirados.
Rezei, e hoje no dia de sua memória retomo, por todos os que serviram neste ministério de amor e crescimento espiritual.
Fui membro desta “organização” de alegria e seriedade. Muitas membros passaram por mim ao longos das paróquias onde servi.
Cresceram, seguiram seus caminhos, uns casaram, atingiram sucessos profissionais e em tantos campos humanos, alguns, pelas circunstâncias da vida, até faleceram. Mas, acima de tudo, o crescimento na direção do Reino deste tempo fica para sempre.
Onde quer que estejam, pela intercessão de Tarcísio rogo a Deus que os protejam.
“Senhor, eu não peço que os tire do mundo, mas que os proteja do Maligno” (Jo 17,15)